Portugal eleito como um dos melhores destinos para viajar com crianças

Viajar com crianças nem sempre é a tarefa mais fácil. Por vezes, o que era para ser descanso, é tudo menos isso. Por isso, é importante escolher um destino que possa proporcionar-lhe o melhor tempo em família.

De uma lista de 50 destinos, Portugal encontra-se na 3.ª posição, atrás de Espanha (1.º lugar) e Japão (2.º lugar). O estudo foi realizado pela Kiddieholidays e teve em conta fatores como a segurança, condições de temperatura, infraestrutura turística, atividades para fazer com crianças e convivência com a família.

Portugal ficou à frente de destinos paradisíacos como Maurícias ou República Dominicana. Conheça aqui o Top 10:

1 – Espanha
2 – Japão
3 – Portugal
4 – Estados Unidos
5 – Canadá
6 – Holanda
7 – Coreia do Sul
8 – Alemanha
9 – Áustria
10 – França

Fonte: RFM / Kiddieholidays

Vendeu uma casa? Não se esqueça das mais-valias

Se vendeu uma casa em 2020, não se pode esquecer de declarar as mais-valias no seu IRS.

As mais-valias dizem respeito ao lucro obtido com a venda de uma casa. Quando falamos em lucro, falamos na diferença entre o valor da compra e o valor da venda. Tal como os seus restantes rendimentos, esse valor também tem de ser declarado, mesmo que não obtenha lucro (menos-valias).

As mais-valias são declaradas no anexo G ou G1 do Modelo 3 do IRS.

– Se adquiriu a casa vendida antes de 1 de janeiro de 1989, a mais-valia não está sujeita a imposto e tem de preencher o quadro 5 do anexo G1.

– Se adquiriu a casa vendida depois de 1 de janeiro de 1989, tem de preencher o quadro 4 do anexo G.

– Se adquiriu a casa em parcelas e uma das partes for anterior a 1989 e outra posterior, tem de preencher os dois anexos.

Ao preencher o anexo, deve colocar as despesas que teve com a casa no campo “Despesas e encargos”. Pode colocar, por exemplo, o certificado energético, o IMT (Imposto Municipal sobre Transmissões Onerosas de Imóveis), a comissão paga à imobiliária, despesas de valorização da casa dos 12 meses anteriores, etc.

Geralmente, a tributação recai sobre 50% do valor do lucro, ou seja, se tiver lucrado 10 000 €, só serão tributados 5000 €.

Se reinvestir o lucro numa casa nova para habitação própria, fica isento de imposto. Pode reinvestir até 36 meses depois da venda da casa ou, se tiver comprado casa nos 24 meses anteriores, pode comunicar às finanças que o valor da venda se destinou à casa nova.

Preços das casas subiram 8,6% em Portugal

Recentes dados da Eurostat mostram que a subida dos preços das casas em Portugal foi a sexta maior entre todos os Estados-Membros da União Europeia.

Em 2020, os preços de venda das casas na UE aumentaram em média 5,5%. Entre todos os Estados-membros, a Turquia e o Luxemburgo registaram as maiores subidas, à frente da Polónia, Eslováquia e República Checa. O sexto maior aumento foi em Portugal, onde os preços ficaram 8,4% mais altos.

Os números divulgados pelo Eurostat mostram ainda que a subida homóloga dos preços acelerou entre outubro e dezembro face ao trimestre anterior, quando as variações foram de 4,9% e 5,3%, respetivamente.

Nesse último trimestre, os preços das casas subiram 5,4% na zona euro e 5,7% na União Europeia, face a igual trimestre de 2019.

Em termos de rendas, essas também subiram, mas em território nacional o aumento foi mais baixo do que o dos preços de venda.

Desde 2006 que os preços das casas não registavam uma subida homóloga tão acentuada na União Europeia.

Espaço faz subir os preços das casas na pandemia

A procura por casas com mais espaço, tanto interior como exterior, está a impactar a evolução dos custos dos imóveis residenciais.

Os preços das casas, ainda que menos do que em anos anteriores, continuaram a aumentar em 2020 e a tendência de subida deverá manter-se este ano. A pandemia e os confinamentos trouxeram novas necessidades em termos habitacionais, gerando um aumento da procura por casas com mais espaço, interior e exterior. Esse é o fator que está a ter mais impacto na evolução dos custos dos imóveis residenciais.

As penthouses têm sido as rainhas deste período e tornaram-se 9,3% mais caras num ano. O preço por metro quadrado passou de 3121 € em dezembro de 2019 para 3411 € no final de 2020, evidenciando o interesse pelas comodidades destes apartamentos (boa divisão de espaços, permitindo melhor conciliação familiar com teletrabalho; terraços e vistas desafogadas).

Também o preço dos apartamentos em geral com terraço, moradias e quintas também aumentou – mais uma vez, tipologias que se distinguem por terem mais espaços ao ar livre e jardins. Os apartamentos com terraço tornaram-se 7,3% mais caros num ano. Nas moradias, o mesmo cenário, registando-se uma variação anual de 7%. As quintas também ficaram 6,2% mais caras, com o preço do m2 a subir de 1339 para 1422 € por m2.

“Desde o início da pandemia, percebemos que os preços no mercado residencial de venda não baixaram, pelo contrário, de um modo geral, subiram ligeiramente. A procura por imóveis com mais espaço, seja inteiro ou interior, aumentou consideravelmente, e os preços seguiram essa tendência crescente, especialmente quando analisamos imóveis com características específicas, como terraços e jardim. Analisar a procura é essencial para perceber as variações na oferta”, aponta Inês Campaniço, responsável do idealista/data em Portugal.

Fonte: Idealista/data

Portugal continua no Top 5 dos melhores destinos para viver na reforma

No ranking dos melhores destinos do mundo para viver durante a reforma em 2021, Portugal continua no top 5, ocupando a 5.ª posição. Apesar de descer do primeiro lugar, ainda se encontra entre os melhores destinos.

O Índice Global de Reforma da International Living divulga anualmente os melhores países para os estrangeiros desfrutarem da reforma, no qual Portugal ficou no primeiro lugar no ano passado.

O índice anual classifica as principais localidades de reforma do mundo em 10 categorias, incluindo custo de vida, benefícios para aposentados, clima, saúde, habitação, entre outros.

O primeiro lugar este ano é ocupado pela Costa Rica, o segundo Panamá e México obtém o 3.º lugar do pódio. A 4.ª posição vai para a Colômbia, seguindo-se Portugal. O 6.º lugar é do Equador, o 7.º da Malásia, o 8.º vai para outro da Europa, a França, seguindo-se Malta e, a fechar o Top 10, o Vietname.

Portugal é considerado um excelente país pelas já habituais belezas naturais, clima, alguns dos melhores serviços de saúde do mundo, baixo custo de vida e segurança, mas também pelas pessoas. Neste índice, o acolhimento é uma das suas maiores qualidades. “Os portugueses são calorosos, simpáticos e saúdam a todos com beijos nas duas faces. Como o inglês é ensinado nas escolas, muitos portugueses falam um pouco de inglês, o que torna a aposentadoria aqui um pouco mais fácil”.

De norte a sul do país, são muitas as propostas para quem pretende viver em Portugal. O Índice revela todas as vantagens de se viver neste aqui. “Não é de admirar que Portugal tenha liderado as listas dos melhores lugares para se aposentar ao longo dos anos. Este minúsculo país no canto sudoeste da Europa tem algo para todos“.

Fonte: Diário Imobiliário

Quer saber quanto vai pagar de IMI este ano?

Este ano, o IMI vai baixar em 80 autarquias. Se quer saber se é o seu caso, o Doutor Finanças, empresa especializada em finanças pessoais e familiares, ajuda com o novo Simulador de IMI para 2021.

Todos os que têm casa própria, a partir de abril, começarão a ser notificados para pagar o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI). Através deste simulador, é possível saber exatamente quanto se vai pagar de IMI este ano, quando e como se poderá fazer.

“Este ano, várias Câmaras Municipais decidiram reduzir o imposto que cobram aos seus municípios. Ainda assim, o valor do IMI representa uma fatura considerável. Para ajudar as famílias a perceberem com o que é que têm de contar, lançámos o simulador de IMI. Assim, as famílias podem calcular quanto vão pagar de IMI e saber se podem dividir o valor em prestações, podendo assim prepararem-se financeiramente”, disse Rui Bairrada, CEO do Doutor Finanças.

O IMI é uma taxa cobrada pelas Câmaras Municipais e incide sobre o valor do imóvel registado na Autoridade Tributária, ou seja, sobre o Valor Patrimonial Tributário (VPT). A taxa a aplicar pode variar entre 0,3% e 0,45% no caso dos prédios urbanos, podendo, em casos específicos, chegar aos 0,5%. Se em causa estiver um prédio rústico a taxa é igual para todos: 0,8%.

O valor do IMI pode ainda sofrer uma redução, uma vez que existem autarquias que concedem deduções por agregado familiar, que variam entre os 20 euros, no caso de haver um filho, e os 70 euros, no caso de haver três ou mais filhos. No simulador, pode também perceber se será necessário pagar o valor do IMI todo de uma só vez ou se podemos dividi-lo (e de que forma).

Programa Edifícios + Sustentáveis reforçado em €4M

O programa Edifícios + Sustentáveis esgotou o seu plafond para 2020, e deverá contar agora com um reforço orçamental de 4 milhões de euros.

Concluído a 31 de dezembro, o programa Edifícios + Sustentáveis esgotou a sua verba de apoio de 4,5 milhões de euros, somando à data 6.996 candidaturas.

Em comunicado, o Governo esclarece que destas, 890 foram pagas já em 2020, correspondendo a 1,75 milhões de euros, e que “todas as candidaturas submetidas até 31 de dezembro (desde que validadas de acordo com as regras do Programa), serão apoiadas através do reforço de verba do FA para este programa, que se estima ser de 4 milhões de euros”.

No mesmo documento, o Governo informa que o Fundo Ambiental executou as suas verbas em 99,9% em 2020, num total de 569,8 milhões de euros, “o maior valor aplicado em matéria de ambiente, em termos absolutos e relativos”. Em 2019, o valor executado foi de 387,6 milhões de euros.

Novo programa de apoio abre candidaturas em março

Já no início de março, deverão abrir as candidaturas ao novo programa de melhoria da eficiência energética das habitações que o Governo está a preparar, conforme anunciou o Fundo Ambiental em dezembro. Este programa conta já com verba proveniente do Plano de Recuperação e Resiliência.

Em comunicado, o Fundo Ambiental esclarece que “as despesas em que tenham incorrido os interessados em concorrer serão elegíveis ao abrigo do novo programa, razão pela qual deverão guardar as faturas/recibos relacionadas com essas despesas”.

Fonte: Exame

Juros do crédito à habitação descem para novo mínimo

As taxas de juro implícitas do crédito à habitação voltaram a cair em dezembro, pelo quarto mês consecutivo, para um novo mínimo.

Os números divulgados esta semana pelo INE mostram que, no total de 2020, a taxa de juro média anual para o total do crédito à habitação se fixou nos 0,957%, valor que compara com os 1,060% de 2019, e com os 2,399% de 2011.

Em dezembro, a taxa de juro implícita do crédito à habitação desceu para os 0,897%, menos 2,1 pontos base face ao mês anterior.

Em relação ao destino de financiamento de aquisição de habitação, o mais relevante do conjunto do crédito à habitação, a taxa de juro implícita para o total dos contratos desceu para 0,915%, menos 2,2 pontos base face a novembro.

Na totalidade dos contratos, o valor médio da prestação desceu 1 euro para os 227 euros. Deste valor, 19% diz respeito ao pagamento de juros, e 185 euros ao capital amortizado.

Nos contratos celebrados nos últimos três meses, o valor médio da prestação desceu 3 euros, para os 294 euros.

Em 2020, a taxa de juro média anual implícita nos contratos de crédito à habitação fixou-se nos 0,957%, 10,3% inferior à taxa registada em 2019.

Fonte: Vida Imobiliária

Já conhece as cores de 2021?

Cinza ‘ultimate gray’ e amarelo ‘illuminating’ são as cores de 2021 da Pantone e trazem uma mensagem de resiliência aliada à felicidade.

O Cinza ‘ultimate gray’ e o amarelo ‘illuminating’ são as cores do ano 2021 eleitas pela Pantone. Nos tempos atribulados que vivemos, esta união de cores chega para transmitir uma mensagem de força, energia, esperança e otimismo para este ano de 2021. O website que todos os anos escolhe um novo tom de tendência explica que a combinação destas cores “é ambiciosa e dá-nos esperança”. “Temos de sentir que tudo vai ficar melhor; é essencial para a alma humana”, sublinha.

Cada um dos tons “tem o seu próprio aspeto emocional, o cinza é o que mais apoia e é sólido, a base prática de que precisamos, e o amarelo é sobre esperança, sol e alegria”, refere ainda Leatrice Eiseman, diretora executiva da Pantone.

É oficial: o preço das casas não desceu

Se achava que desde a Primavera o valor a que as casas são transacionadas estava a descer, enganou-se.

Mais do que citar os números do Instituto Nacional de Estatística (que pode consultar aqui), importa sublinhar três factos que constam no relatório do 3.º trimestre:

– O valor das habitações subiu quase impercetivelmente face ao 2.º trimestre de 2020 (0,5%), ou seja, a pandemia e a respetiva crise económica não estão, de forma geral, a atuar sobre o preço das casas;

– O número de transações desceu marginalmente face ao 3.º trimestre de 2019 (1,51%), ou seja, no 3.º trimestre de 2020 escrituraram-se praticamente tantas casas em Portugal como no mesmo período do ano anterior;

– Houve mais de 7.500 transações de habitações novas, algo que não acontecia desde o 1.º trimestre de 2011 (ainda que, na altura, as 8486 transações tenham representado 33% do total das transações, o dobro do peso das casas novas no total de vendas no trimestre em causa).

Dois dos fatores que mais impactam o imobiliário (ação político-legislativa e taxas de juro) estão a mitigar por completo aquele é que é outro dos fatores mais determinantes para definir o mercado imobiliário (o ciclo económico). Ou seja, as moratórias dos bancos e os mecanismos de lay-off (ações políticas) juntamente com as taxas de juro historicamente baixas estão a:

1) evitar que incumprimento bancário dispare sobre o crédito à habitação (e, igualmente importante, sobre os empréstimos às empresas que pagam salários a trabalhadores com créditos à habitação…);

2) impedir que o desemprego cresça ainda mais;

3) suportar a procura por compra de casa.

Portugal é, de longe, o país europeu em que as moratórias têm um maior peso sobre o volume total do crédito. E é também, segundo a Organização Mundial do Trabalho, aquele que registou a maior quebra salarial entre o primeiro e o segundo trimestre deste ano, por via do desemprego ou da redução de horas de trabalho (segundo a OCDE, as empresas apoiadas pelos mecanismos de lay-off compreendiam 32,9% dos trabalhadores do país).

Parece difícil imaginar que estes indicadores não impactem (ou venham a impactar) a perceção de valor das casas, mas o facto a sublinhar é este: até ao 3º trimestre e de uma forma geral (porque este indicador é uma abordagem homogeneizada a todo o país), o valor a que as casas são transacionadas em Portugal não desceu.

Fonte: Dinheiro Vivo (artigo de José Cabral)