RELAXAR – Como Criar um Espaço Zen em Casa

Num mundo cada vez mais agitado, é importante ter um refúgio onde possamos relaxar e recarregar as energias. Criar um espaço zen em casa pode ser a solução perfeita para aliviar o stress do dia a dia e promover o bem-estar físico e mental. Conheça algumas das nossas dicas para transformar um cantinho da sua casa num oásis de tranquilidade.

Escolha Cores Calmas: Opte por cores suaves e relaxantes, como tons de azul, verde e branco, para as paredes e os têxteis. Estas cores têm o poder de acalmar os sentidos e criar uma atmosfera serena no ambiente.

Introduza Elementos Naturais: Traga a natureza para dentro de casa com plantas, pedras e elementos de madeira. Plantas como a lavanda, o lírio-da-paz e o bambu são conhecidas pelas suas propriedades calmantes e purificadoras de ar.

Crie uma Área de Meditação: Reserve um espaço tranquilo da casa para a prática da meditação ou do yoga. Um tapete confortável, almofadas macias e velas aromáticas podem ajudar a criar um ambiente propício à introspeção e ao relaxamento.

Utilize Aromaterapia: Aromas como lavanda, camomila e eucalipto têm propriedades relaxantes e podem ajudar a aliviar o stress e a ansiedade. Utilize difusores de óleos essenciais ou queime velas perfumadas para perfumar o ambiente e criar uma sensação de calma e bem-estar.

Elimine a Desordem: Um espaço zen deve ser livre de desordem e distrações. Mantenha o ambiente limpo e organizado, eliminando objetos desnecessários e criando uma sensação de espaço e serenidade.

Com estas dicas simples, pode transformar qualquer espaço da sua casa num santuário de paz e tranquilidade, onde pode relaxar, descontrair e recarregar as energias sempre que precisar.

CARROS ELÉTRICOS – Novas habitações obrigadas a garantir postos de carregamento

O futuro da mobilidade urbana está cada vez mais eletrificado, e as políticas públicas refletem essa mudança. Uma notícia recente destaca uma nova exigência para as construções habitacionais: a obrigação de garantir infraestruturas próprias para o carregamento de carros elétricos. Esta medida, inserida no Regulamento Geral das Edificações Urbanas e no Regime Jurídico da Mobilidade Elétrica, marca um passo significativo em direção a um paradigma de transporte mais sustentável e amigável ao ambiente.

A partir de agora, qualquer operação urbanística relacionada com a construção de edifícios em regime de propriedade horizontal ou outros tipos de habitação com estacionamento terá de contemplar a instalação de equipamentos de carregamento de carros elétricos. Esta obrigação estende-se também aos edifícios comerciais e de serviços com mais de 20 lugares de estacionamento, que devem providenciar, no mínimo, dois postos de carregamento para veículos elétricos. O prazo para a instalação desses postos é até o final do ano em questão.

Esta mudança não é apenas uma formalidade legislativa, mas sim um reflexo das crescentes tendências no mercado automotivo e das preocupações ambientais globais. Com a transição gradual para veículos elétricos, é crucial que a infraestrutura de carregamento acompanhe essa evolução. Ao tornar obrigatória a instalação de postos de carregamento em novas construções, as autoridades estão a garantir que os proprietários e inquilinos desses espaços tenham acesso conveniente e fácil à carga de energia para os seus veículos.

Além disso, a nova legislação também aborda o desafio das edificações existentes. Prédios construídos ou com licenciamento aprovado antes de 2023 não estão isentos dessa responsabilidade. Nestes casos, está prevista a instalação de, pelo menos, um ponto de carregamento na garagem do edifício. É importante destacar que, no caso de habitação arrendada, é necessário comunicar por escrito ao proprietário da fração e à administração do condomínio sobre a intenção de instalar o ponto de carregamento.

Esta medida não só incentiva a adoção de veículos elétricos, mas também contribui para a redução das emissões de carbono e para a melhoria da qualidade do ar nas cidades. Ao promover uma infraestrutura de carregamento acessível e amplamente disponível, as autoridades estão a impulsionar a transição para uma mobilidade mais sustentável e a preparar as cidades para os desafios do futuro.

COZINHA – 6 soluções para criar uma zona de refeições

Sonha com um cantinho na cozinha para as refeições rápidas e para usufruir de momentos descontraídos, mas acha que o espaço é limitado?

Não desanime! Com um pouco de criatividade, é possível ter uma mesa mesmo numa cozinha compacta, basta optar por soluções inteligentes e saber aproveitar a área disponível.

A mesa dobrável é uma excelente opção, principalmente se escolher um modelo que se fixe à parede e se levante, quando for necessário.

Aliás, é perfeita para cozinhas pequenas, pois cumpre a função sem ocupar espaço, quando não está a ser usada. Mas há mais soluções!

Bancada escamoteável – esta bancada está escondida num nicho ou módulo e só “aparece” quando é necessário, logo, não ocupa espaço nenhum.

Tampos extensíveis – aproveite parte do tampo do lava-louça como mesa alta (desde que os armários inferiores sejam mais baixos, consegue criar uma zona de refeições)

Prateleira sob a janela – transforme a janela num cantinho charmoso para refeições a dois ou a três.

Mesa alta ao lado dos móveis – esta mesa cria uma extensão da bancada e é perfeita para cozinhas com um pouco mais de espaço.

Ilha compacta – uma ilha em consola, com armários e prateleiras inferiores, permite fazer refeições, arrumar e divide o ambiente, logo, é extremamente funcional.

FÉRIAS – O que é o Cartão Europeu de Seguro de Doença e para que serve?

Planear as férias ou uma viagem ao estrangeiro é uma experiência emocionante, mas não descure na prevenção, nomeadamente na garantia de assistência médica, em caso de necessidade.

Nesse aspeto, o Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD) é um excelente aliado.

Além de ser válido por dois anos e gratuito, o CESD garante assistência médica nos países da União Europeia, Suíça, Noruega, Reino Unido, Islândia e Liechtenstein, durante estadias temporárias.

Os cuidados médicos são prestados gratuitamente ou com o mesmo custo que têm para os cidadãos do país onde estiver.

Quem e como pode pedir o CESD?

Todos os residentes legais podem pedir o CESD, desde que sejam beneficiários da Segurança Social, de subsistemas de saúde públicos ou privados, utentes do SNS (sem Segurança Social ou subsistema de saúde), trabalhadores destacados no estrangeiro, ex-trabalhadores no estrangeiro ou estejam inscritos no Seguro Social Voluntário.

»» Cada membro da família deve ter o próprio CESD, não se esqueça de pedir para as crianças e jovens.

O CESD pode ser pedido online ou presencialmente:

»» Para efetuar o pedido online, basta aceder à Segurança Social Direta e no menu “Doença” selecionar a opção “Obter Cartão Europeu de Seguro de Doença”, clicar em “Iniciar pedido” e seguir as instruções.

»» Para fazer o pedido presencialmente, dirija-se a um balcão de atendimento da Segurança Social ou Loja do Cidadão.