Senhorios podem entregar declaração de redução do IMI até 15 de fevereiro

O período para entrega da declaração de redução do IMI foi alargado para permitir que possam ser abrangidos todos os proprietários que preencham os requisitos.

Os senhorios que pretendam aderir ao regime especial que limita o valor do IMI, impedindo que este supere o rendimento das rendas, vão poder apresentar a declaração de rendas até 15 de fevereiro de 2020.

“Considerando a proximidade do prazo previsto no artigo 15.º-N do Decreto-Lei nº 287/2003, na sua redação atual, foi assinada e já enviada para publicação em Diário da República (DR) uma portaria que prevê que a participação de rendas relativa ao ano de 2019 deve ser apresentada entre 01 de janeiro e 15 de fevereiro de 2020”, disse fonte oficial do Ministério das Finanças, citado pela Lusa.

À agência, o presidente da Associação Nacional de Proprietários (ANP), António Frias Marques, afirmou terem chegado a esta associação vários casos de senhorios que não estavam a conseguir apresentar a declaração de rendas por não estar ainda disponível a necessária aplicação informática.

Além disso, o responsável considera que alguns dos requisitos continuam a causar entraves no acesso ao benefício, como é o caso da exigência de que a participação seja acompanhada de cópia do recibo de renda ou canhoto desse recibo relativo aos doze meses anteriores à data da apresentação da participação.

Preço das casas em Portugal está a crescer mais que os salários

Portugal é o segundo país com maior diferença entre a evolução do custo das casas e o rendimento das famílias, sendo ultrapassado apenas pela Irlanda.

Entre 2013 e 2018, um período de cinco anos, o preço das casas em Portugal cresceu a um ritmo médio acumulado 32% mais elevado que o rendimento de uma família média de dois adultos com salário médios e dois filhos a seu cargo.

O estudo foi efetuado pelo economista Eric Dor, da Escola de Negócios IÉSEG da Universidade Católica de Lille, em França. Estes resultados permitiram perceber a evolução do poder de compra imobiliário dos habitantes de um país.

“Para avaliar se a aquisição de uma habitação se tornou demasiado onerosa num determinado país, tendo em conta o orçamento dos agregados familiares, convém comparar o aumento dos preços face ao dos rendimentos”, explica o estudo do IÉSEG, citado pelo Dinheiro Vivo.

Assim, concluiu-se que a diferença entre a taxa de crescimento dos preços das casas e a taxa de crescimento dos rendimentos líquidos de uma família típica é de 60,04% na Irlanda, 32% em Portugal e 27,86% na Suécia.

Um olhar sobre 2019

Há quem afirme que se deve ter os olhos postos no futuro e parar de olhar para o passado. Mas nós acreditamos que é a olhar para o passado que aprendemos e conseguimos construir um futuro ainda melhor.

Podemos estar no mercado da Figueira há 19 anos, mas temos consciência de que cada ano é único, e agradecemos todos os dias pela confiança que nos trouxe até aqui.

Por isso, queremos novamente agradecer a todos os que estiveram do nosso lado ao longo deste ano, aos nossos colaboradores, parceiros, clientes e amigos. Parabéns e obrigado por este excelente ano.

A angariação é uma parte muito importante da atividade de consultor imobiliário. Afinal, não há vendas se não houver imóveis para vender! 😉 O ano de 2019 foi um ano recorde para a nossa equipa. Angariámos mais do que nunca.

Outros números que nos deixam muito satisfeitos são os relativos às vendas e, acima de tudo, às vendas que apelidamos de Super Rápidas. Sim, foram muitos os imóveis que vendemos em menos de 30 dias. Este é um dos indicadores que queremos continuar a trabalhar e aumentar em 2020.

O ano de 2019 foi mais um ano cheio de luta, persistência e muito amor por aquilo que se faz. Obrigado a todos! Este ano, cá estaremos novamente para ajudar todos os que querem vender ou comprar casa na Figueira.

Tapetes: Sim ou Não?

Sim, claro que sim! Já lá vai o tempo em que a decoração da casa tinha limites. Agora, o que está na moda é misturar formas, cores e padrões, e os tapetes não são exceção.

Sabemos que pode não parecer tarefa fácil incorporar um tapete na decoração de uma casa, mas com algumas dicas, verá que só vai acrescentar charme e personalidade ao seu espaço.

Primeiro, já sabe, pode sempre jogar com cores e padrões, consoante o sentimento que pretender que a sua casa transmita.

Sabe qual o significado das cores na decoração?

Depois, também pode jogar com as próprias formas. Pode cobrir o chão todo com vários tapetes, colocar um tapete pequeno em cima de um móvel, ou até mesmo um tapete redondo por baixo de uma mesa quadrada. Por que não?

Um tapete pode ser usado como peça central de um compartimento, junto de uma parede a marcar um recanto de leitura ou de trabalho ou até para separar divisões.

Experimente, não se vai arrepender!

Portugal é o terceiro país mais pacífico do mundo

O valor médio da tranquilidade global melhorou pela primeira vez em cinco anos, apesar de o mundo continuar a ser menos pacífico do que há uma década.

Segundo o Índice Global da Paz de 2019, elaborado pelo Instituto de Economia e Paz, na liderança do índice dos países mais pacíficos a nível global está a Islândia e a Nova Zelândia. Logo a seguir aparece Portugal, em 3.º lugar, após uma subida de duas posições face ao ano anterior. Entre os países europeus, fica então em segundo lugar, apenas atrás da Islândia.

De acordo com o estudo, Portugal deu passos bastante significativos na tranquilidade, nos últimos cinco anos. No Índice Global da Paz de 2014, Portugal estava em transição para sair da crise financeira nacional e por isso encontrava-se no número dezoito da classificação. Atualmente, o país é citado como um exemplo de ressurgimento económico e progresso da paz, após a crise financeira, voltando ao crescimento económico dos níveis de 2009.

Em quarto lugar no ranking está a Áustria, e em quinto encontra-se a Dinamarca. O Afeganistão é agora o país menos pacífico do mundo, substituindo a Síria, que passou a ser o segundo menos pacífico.

Construção em Portugal tem a maior subida em cinco meses

Em abril, a produção na construção em Portugal aumentou 3,7% face ao mesmo mês do ano passado, a subida mais acentuada desde novembro do ano passado (3,9%).

Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), o Índice de Produção na Construção acelerou 0,6 pontos percentuais (p.p.), para uma taxa de variação homóloga de 3,7% em abril.

Os dois segmentos considerados foram a construção de edifícios e a engenharia civil, que aceleraram 2,3% e 5,8%, respetivamente.

Apesar desta aceleração do crescimento da produção, o emprego e as remunerações no setor subiram a um ritmo inferior ao de março. No caso do emprego, o crescimento passou de 3,2% em março para 2,9% em abril, enquanto nas remunerações a subida desacelerou de 6,2% para 6%.

Avaliação das casas pelos bancos nunca foi tão alta

Segundo os últimos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), o valor médio da avaliação bancária para efeitos de concessão de crédito à habitação continua a subir em Portugal, tendo atingido em abril um novo recorde de 1256 €/m2.

A nível nacional, a avaliação dos imóveis realizada pelos bancos aumentou 7,3% face ao mesmo período do ano passado, com os crescimentos mais significativos registados no Algarve – 13% – e os menores nos Açores – 0,9%.

Apartamentos valem mais do que moradias

Este crescimento foi mais expressivo no caso dos apartamentos, onde o valor médio aumentou 13 €, alcançando os 1333 €/m2. Já nas moradias, o crescimento foi mais moderado, onde a subida foi de 3 €, para 1131 €/m2.

Os apartamentos T2 e T3 são as tipologias mais solicitadas para créditos à habitação, tendo representado 83,3% de todas as avaliações realizadas pelas instituições financeiras em abril deste ano. Em comparação com o mês anterior, o valor médio da avaliação bancária para apartamentos T2 subiu 17 €, passando para 1354 €/m2, enquanto os apartamentos T3 registaram uma subida de 5 €/m2, chegando aos 1354 €/m2.

Em relação às moradias, as tipologias T3 e T4 são as mais requisitadas para avaliações bancárias com vista à concessão de crédito à habitação. Em abril, e comparativamente com o mês anterior, o valor do metro quadrado atribuído pelos bancos às moradias com três quartos a nível nacional manteve-se nos 1112 €, e nas moradias de quatro quartos registou uma subida de 5 €, para 1153 €/m2.

Na avaliação bancária de imóveis, as regiões que apresentaram valores superiores à média nacional foram o Algarve (39%), Lisboa (28%) e Madeira (14%), a par do Porto e do Alentejo litoral (com 4% em ambos os casos), enquanto as Beiras e a Serra da Estrela apresentaram os valores mais baixos (menos 27%).

Fonte: Expresso

Preços das casas estão a descer, sobretudo em segunda mão

Nos últimos meses, 70% das habitações que mudaram de valor foi para o reduzirem, sobretudo as em segunda mão.

Uma das razões passa pelos proprietários não estarem a conseguir vender à velocidade e ao preço que pretendiam.

Depois de repetidas subidas de preço em 2018, este ano já começa a revelar-se mais equilibrado, com os preços a estabilizar e a descer.

No ano passado, o mercado do imobiliário bateu recordes, quer em transações, quer em volume de investimento. O mercado do imobiliário comercial registou transações de mais de três mil milhões de euros. Já na área residencial, movimentou globalmente 25 mil milhões de euros em 2018.