3 tendências de decoração para 2021

Se está por casa, esta pode ser uma boa oportunidade para pôr em prática algumas dicas de decoração para torná-la mais funcional e aprazível.

Elementos naturais

Em 2021, uma das tendências é trazer a natureza para dentro de casa, através do recurso a objetos naturais. Pode utilizar desde plantas interiores, pedras, elementos cerâmicos, ramos, etc.

Pontos de cor

A procura por objetos mais naturais e tons claros continua a ser uma grande tendência, mas é importante introduzir alguns pontos de cor em diversos elementos, tais como almofadas, quadros, cortinas, tapetes ou pequenos apontamentos nas paredes. Já conhece as cores tendência de 2021?

Pontos decorativos

Menos é mais’ – esta premissa continua a ser uma das preferidas na decoração de muitos. Perante este minimalismo, opte por destacar objetos decorativos diferenciadores. Uma tendência para a decoração de 2021 passa pelo uso de espelhos, candeeiros, quadros, jarras, relógios e tapeçarias.

Juros do crédito à habitação descem para novo mínimo

As taxas de juro implícitas do crédito à habitação voltaram a cair em dezembro, pelo quarto mês consecutivo, para um novo mínimo.

Os números divulgados esta semana pelo INE mostram que, no total de 2020, a taxa de juro média anual para o total do crédito à habitação se fixou nos 0,957%, valor que compara com os 1,060% de 2019, e com os 2,399% de 2011.

Em dezembro, a taxa de juro implícita do crédito à habitação desceu para os 0,897%, menos 2,1 pontos base face ao mês anterior.

Em relação ao destino de financiamento de aquisição de habitação, o mais relevante do conjunto do crédito à habitação, a taxa de juro implícita para o total dos contratos desceu para 0,915%, menos 2,2 pontos base face a novembro.

Na totalidade dos contratos, o valor médio da prestação desceu 1 euro para os 227 euros. Deste valor, 19% diz respeito ao pagamento de juros, e 185 euros ao capital amortizado.

Nos contratos celebrados nos últimos três meses, o valor médio da prestação desceu 3 euros, para os 294 euros.

Em 2020, a taxa de juro média anual implícita nos contratos de crédito à habitação fixou-se nos 0,957%, 10,3% inferior à taxa registada em 2019.

Fonte: Vida Imobiliária

Já conhece as cores de 2021?

Cinza ‘ultimate gray’ e amarelo ‘illuminating’ são as cores de 2021 da Pantone e trazem uma mensagem de resiliência aliada à felicidade.

O Cinza ‘ultimate gray’ e o amarelo ‘illuminating’ são as cores do ano 2021 eleitas pela Pantone. Nos tempos atribulados que vivemos, esta união de cores chega para transmitir uma mensagem de força, energia, esperança e otimismo para este ano de 2021. O website que todos os anos escolhe um novo tom de tendência explica que a combinação destas cores “é ambiciosa e dá-nos esperança”. “Temos de sentir que tudo vai ficar melhor; é essencial para a alma humana”, sublinha.

Cada um dos tons “tem o seu próprio aspeto emocional, o cinza é o que mais apoia e é sólido, a base prática de que precisamos, e o amarelo é sobre esperança, sol e alegria”, refere ainda Leatrice Eiseman, diretora executiva da Pantone.

É oficial: o preço das casas não desceu

Se achava que desde a Primavera o valor a que as casas são transacionadas estava a descer, enganou-se.

Mais do que citar os números do Instituto Nacional de Estatística (que pode consultar aqui), importa sublinhar três factos que constam no relatório do 3.º trimestre:

– O valor das habitações subiu quase impercetivelmente face ao 2.º trimestre de 2020 (0,5%), ou seja, a pandemia e a respetiva crise económica não estão, de forma geral, a atuar sobre o preço das casas;

– O número de transações desceu marginalmente face ao 3.º trimestre de 2019 (1,51%), ou seja, no 3.º trimestre de 2020 escrituraram-se praticamente tantas casas em Portugal como no mesmo período do ano anterior;

– Houve mais de 7.500 transações de habitações novas, algo que não acontecia desde o 1.º trimestre de 2011 (ainda que, na altura, as 8486 transações tenham representado 33% do total das transações, o dobro do peso das casas novas no total de vendas no trimestre em causa).

Dois dos fatores que mais impactam o imobiliário (ação político-legislativa e taxas de juro) estão a mitigar por completo aquele é que é outro dos fatores mais determinantes para definir o mercado imobiliário (o ciclo económico). Ou seja, as moratórias dos bancos e os mecanismos de lay-off (ações políticas) juntamente com as taxas de juro historicamente baixas estão a:

1) evitar que incumprimento bancário dispare sobre o crédito à habitação (e, igualmente importante, sobre os empréstimos às empresas que pagam salários a trabalhadores com créditos à habitação…);

2) impedir que o desemprego cresça ainda mais;

3) suportar a procura por compra de casa.

Portugal é, de longe, o país europeu em que as moratórias têm um maior peso sobre o volume total do crédito. E é também, segundo a Organização Mundial do Trabalho, aquele que registou a maior quebra salarial entre o primeiro e o segundo trimestre deste ano, por via do desemprego ou da redução de horas de trabalho (segundo a OCDE, as empresas apoiadas pelos mecanismos de lay-off compreendiam 32,9% dos trabalhadores do país).

Parece difícil imaginar que estes indicadores não impactem (ou venham a impactar) a perceção de valor das casas, mas o facto a sublinhar é este: até ao 3º trimestre e de uma forma geral (porque este indicador é uma abordagem homogeneizada a todo o país), o valor a que as casas são transacionadas em Portugal não desceu.

Fonte: Dinheiro Vivo (artigo de José Cabral)