Jardim verde e bonito no verão? Sim, é possível!

Parece-lhe uma missão quase impossível manter o seu relvado verde e bonito durante a estação mais quente do ano? A verdade é que com alguns cuidados muito simples é possível manter a sua relva saudável e com bom aspeto, apesar das altas temperaturas próprias desta altura do ano. Para lhe facilitar a tarefa, criámos, a pensar em si, um guia de cuidados a ter com o jardim durante o verão.

A Rega

Regue o seu relvado de forma abundante uma a duas vezes por semana, de manhã bem cedo ou à noite. Uma rega abundante permite a manutenção da humidade do solo por mais tempo e irá permitir às raízes penetrarem mais fundo, conferindo-lhe uma maior resistência à seca.

O Corte

O ideal é que corte pouco em altura (mantenha a relva com 3 a 3,5cm), mas com regularidade (uma vez por semana). A manutenção de um relvado mais alto permite uma maior resistência à seca e previne o aparecimento de ervas daninhas.

Escarificar

É muito importante que escarifique o seu relvado para eliminar os resíduos do corte e permitir uma melhor infiltração da água no solo.

Fertilizar

O tempo quente acelera o crescimento da relva, mas também leva ao esgotamento dos nutrientes do solo, pelo que é imprescindível a fertilização do solo – existem fertilizantes de libertação rápida (permitem reavivar o seu relvado em pouco tempo) e fertilizantes de libertação prolongada (que atuam lentamente durante períodos de tempo mais extensos). O ideal é que fertilize mensalmente entre os meses de março e setembro.

As ervas daninhas 

As ervas daninhas sugam a água do solo, pelo que é importante controlar a sua propagação com a utilização de herbicidas apropriados (que não afetem a relva) ou extraindo-as à mão (quando são pouquinhas).

E, agora, é tempo de desfrutar do seu jardim!

Juros do Crédito Habitação atingem novo MÍNIMO histórico

Os juros associados ao Crédito Habitação voltaram a cair pelo 10.º mês consecutivo, fixando-se nos 0.811% no mês de junho, o que representa uma queda de 0.89% face ao mês de maio, altura em que a taxa de juro implícita a este tipo de crédito era de 0.9%.

Quanto aos contratos celebrados nos últimos três meses a taxa de juros fixou-se nos 0.693%, enquanto no período precedente se havia fixado nos 0.677%.

No que respeita ao financiamento para a aquisição de habitação, no conjunto do crédito habitação, a taxa de juros implícita ao total dos contratos desceu para 0.828% (-1.0 face ao mês de maio). No caso dos contratos celebrados nos últimos três meses os juros aumentaram pelo segundo mês consecutivo, fixando-se nos 0.686% o que representa uma subida de 0.015 face ao mês anterior.

Contudo, apesar da descida consecutiva das taxas de juro e da concessão, por parte dos bancos, de spreads mais baixos, o valor das prestações subiu, ligeiramente.

De acordo com o INE “considerando a totalidade dos contratos, o valor médio da prestação subiu 3 €, para 235 €”, sendo que 84% desse valor tem que ver com amortização de valores em dívida. Nos empréstimos concedidos nos últimos 3 meses, o valor médio fixou-se nos 292 € o que significa uma subida de 12 €.

Os valores em dívida às entidades credoras são os grandes responsáveis pelo aumento médio das prestações. No mês passado “o capital médio em dívida para a totalidade dos contratos subiu 451 €” face a maio, fixando-se nos 56.462 €, segundo o INE. No que toca aos novos créditos o “montante médio do capital em dívida, em junho, foi de 114.865 €, mais 510 €” em relação ao mês anterior.

Emissão de licenças de habitação cresce 20,6%

Entre janeiro e abril deste ano, as licenças emitidas pelas câmaras municipais para obras de construção ou reabilitação de edifícios de habitação subiram 20,6% face a igual período do ano passado, para 6.336, em resultado de uma subida de 22,6% das licenças de habitação nova, de 19,1% dos fogos em construções novas e de 13,2% nas obras de reabilitação habitacionais.

Os números são do mais recente relatório Síntese Estatística da Habitação, agora divulgado pela AICCOPN, que salienta, contudo, que “estas expressivas variações no licenciamento são parcialmente explicadas pela redução do licenciamento ocorrida nos meses de março e abril de 2020, em resultado do surto pandémico e das primeiras medidas de confinamento”.

Nestes primeiros 4 meses de 2021, registou-se um crescimento significativo do novo crédito concedido para aquisição de habitação, num total de 4.569 milhões de euros, mais 24,2% que em igual período de 2020.

No mês de abril, a avaliação bancária fixou um novo máximo histórico, de 1.200 euros por metro quadrado, que foi, entretanto, superado pelos 1.212 euros de maio.

Fonte: Vida Imobiliária

Poupar em férias? É possível!

Ir de férias no verão não tem de ser sinónimo de grandes gastos. É possível poupar e conseguir ter umas férias inesquecíveis.

DEFINA UM ORÇAMENTO

O primeiro conselho, e talvez o mais importante, é a necessidade de um orçamento detalhado. Já sabe quanto dinheiro tem para gastar nestas férias? Se não, dedique algum tempo para perceber quanto é que pode gastar neste verão. Depois, comece a anotar todas as despesas que vai ter com as férias: viagens (carro, avião ou transportes públicos), estadia, refeições, etc. Não se esqueça de contar com eventuais extras que podem surgir. Seja realista ao planear as suas férias para evitar um impacto negativo nas suas finanças. Ou seja, certifique-se de que tem uma boa margem financeira para fazer as férias desejadas. Caso contrário, faça algumas cedências e encontre opções mais acessíveis.

APROVEITE TODOS OS DESCONTOS

Com tempo consegue procurar descontos e fazer melhores escolhas. Seja qual for o seu destino de férias, faça uma pesquisa e perceba se tem algum benefício por reservar online ou comprar antecipadamente bilhetes para as atrações turísticas. Verifique se tem algum cartão que ofereça descontos, como os cartões de fidelização das marcas. Faça também uma pesquisa online dos museus e outras atrações turísticas e descubra se disponibilizam um dia com entrada livre (normalmente é aos domingos).

Mesmo que não conheça nenhum desconto em particular, use o Google ao seu favor e faça uma pesquisa livre como “desconto oceanário” ou “desconto parque aquático”, por exemplo. Analise os resultados que aparecem e perceba se compensa. Por mais pequeno que seja o desconto, ao somar tudo vai conseguir uma poupança muito significativa. Não se esqueça de também aproveitar os descontos para os combustíveis caso vá viajar de carro.

PEÇA RECOMENDAÇÕES

Conhece alguém que já visitou o lugar para onde vai de férias? Então peça-lhe opiniões dos locais mais económicos para comer ou ir às compras. Aproveite e peça opinião sobre os locais turísticos que definiu para perceber se valem a pena a visita e o investimento. Caso não conheça ninguém, faça uma pesquisa online sobre os diferentes locais e atrações turísticas. Atualmente existem muitos blogs de viagens com este tipo de informação.

ENVOLVA TODA A FAMÍLIA NA POUPANÇA

Se vai de férias com a sua família, então todos devem ajudar a poupar. Por isso, é importante que todos colaborem na elaboração de um plano de férias consciente, que respeite o orçamento familiar. Muitas vezes, as exigências dos filhos acabam por significar gastos extra desnecessários. Por essa razão, é importante que os filhos se envolvam e percebam a importância de poupar e fazer algumas cedências. Isso não tem de ser sinónimo de umas férias menos divertidas. Com um bom planeamento em família é possível conseguir umas férias inesquecíveis sem a necessidade de visitar todos os parques aquáticos ou de diversões.