Já decora com Macramé?

O macramé é uma das tendências de decoração de interiores para este verão e parece ser uma moda que veio para ficar.

O macramé é uma técnica artesanal que permite criar objetos através do traçar manual de fios e dos seus nós.

Começou precisamente na Península Ibérica, no século XIII, onde foi introduzido por artesãos árabes. Na origem da palavra que hoje usamos está “migramah”, ou seja, “franja decorativa”, sendo que hoje quer dizer nó.

Ao serem criados com padrões, estes objetos concedem um maior aconchego ao ambiente onde se inserem. Além do tradicional cru, existem também peças de outras cores, de forma a promover um ambiente mais descontraído.

O que começou por peças essencialmente decorativas, hoje já se expandiu para diversos formatos, tais como candeeiros, suportes para plantas, pufes, bijuteria, roupa e acessórios. Elementos sofisticados, complexos e originais.

 

Pandemia não impediu um dos melhores anos de sempre no investimento

Um ano quase todo sob efeito da pandemia e que sucedeu a um 2019 que assinalou um recorde máximo do investimento imobiliário em Portugal, faria supor, à partida, uma travagem a fundo desta atividade. Contudo, no último ano foram investidos cerca de €2.900 milhões na compra de ativos imobiliários de rendimento em território português, colocando 2020 como um dos melhores anos de sempre no investimento imobiliário.

Os dados são apurados pela Iberian Property Data, sistema de informação da Iberian Pro­perty que monitoriza a dinâmica de investi­mento em imobiliário de rendimento na Ibéria.

Embora o número de transações no merca­do português tenha aumentado em 2020 (83) face aos 68 negócios registados em 2019, o montante total investido acabou por decres­cer em termos homólogos anuais (-16%), face aos €3.430 milhões investidos em 2019, que foi o melhor ano de sempre para o inves­timento em Portugal. Daqui resultou que a dimensão média dos negócios comprimisse de forma expressiva entre os dois anos, pas­sando de €50,5 milhões em 2019 para €34,7 milhões em 2020, o que reflete uma quebra de 31% dos tickets alocados.

Fonte: Confidencial Imobiliário

5 maus hábitos em casa que o fazem perder dinheiro

Muitas vezes, achamos que já não há por onde poupar. Mas existem hábitos em casa que podem estar a interferir com o seu bolso mais do que pensa. Veja-os aqui:

1 – Gastar mais do que precisa

Seja em produtos de limpeza ou nas assinaturas que tem na televisão, pense bem se não está a gastar mais do que precisa. Utilize as quantidades recomendadas dos produtos de limpeza, para evitar excessos. Em relação à Netflix, HBO ou Amazon, usa-as assim com tanta frequência? Verifique também se o seu pacote de televisão e internet é a melhor oferta que pode ter.

2 – Tem os aparelhos em standby?

Sim, alguns eletrodomésticos têm de estar sempre ligados, como o frigorífico. Mas muitos outros não e, mesmo em standby, continuam a gastar. Desligue-os na tomada e comece já a poupar na fatura da luz.

3 – Janelas como suas aliadas

No verão, deixe as janelas fechadas nas horas de maior calor, para evitar usar ar condicionado. Durante a noite, abra-as para arejar a casa. No inverno, faça o contrário – aproveite as horas de luz para aquecer a casa.

4 – Regule a temperatura

As épocas de maior gasto são as dos meses mais frios e mais quentes, especialmente se tiver ar condicionado. Por isso, seja consciente no uso que dá a este aparelho e saiba usá-lo tanto para se refrescar como para aquecer a casa. Isto envolve usar o ar condicionado apenas nas divisões que estão a ser usadas e apenas durante um tempo controlado.

5 – Atenção à água

Com o passar do tempo, os cuidados com o gasto excessivo de água têm estando mais em voga (e ainda bem). Mas, ainda assim, muitas vezes gastamos mais do que é preciso. Pense se deixar a torneira aberta enquanto lava os dentes ou se precisa mesmo de passar a loiça por água antes de a meter na máquina. O ambiente e o seu bolso agradecem!

 

Empréstimos da casa estão mais baratos do que nunca

Hoje, as condições para aceder ao financiamento são mais vantajosas do que há 10 anos.

Os empréstimos da casa estão mais baratos do que nunca. A taxa de juro implícita no conjunto de contratos de crédito à habitação tem evoluído em trajetória decrescente desde setembro de 2020 e em abril atingiu um novo mínimo: 0,826%.

A redução das taxas de juros dos créditos habitação, tanta na oferta de taxa variável como na oferta de taxa fixa, tem sido regular. Atualmente, encontram-se empréstimos de taxa variável com spreads a partir de 0,95%, e de taxa fixa a partir de 1,40%, com bonificação (os mais comuns são a domiciliação de salário, contratação de seguro de vida ou multirriscos).

Estas condições mostram que os bancos querem captar novos clientes via crédito habitação, o que se traduz numa vantagem para quem necessite de financiamento para a compra de uma casa.

Estando reunidas as condições ideais para comprar casa com crédito habitação, há alguns fatores que deve ter em conta.

O primeiro é que os bancos que mais financiam estão dispostos a emprestar até 90%. Desta forma, é necessário ter algum extra para cobrir os 10% restantes, além dos impostos e despesas inerentes à compra de uma casa.

Depois, é importante encontrar os bancos e produtos que se enquadram às suas necessidades.

Precisa de ajuda? A H Imobiliária está aqui para isso. Fale connosco!