Se tem animais de estimação, este artigo é para si!

Aproveitando que hoje se celebra o Dia do Cão, vamos deixar-lhe algumas dicas sobre como melhor adaptar a decoração da sua casa para viver em harmonia com o seu patudo.

Afinal, quem não prefere evitar sofás roídos, loiça partida e alguns cheiros indesejados?

– Se o seu animal deita muito pelo, escolha um chão claro. Revestimentos cerâmicos também são uma ajuda na hora da limpeza.

– Cães grandes precisam de mais espaço, por isso, pode sempre optar por alguns móveis suspensos.

– Se o seu patudo gosta de ir brincar para a lama e vir para casa dar uma nova cor às paredes, não será má ideia pintá-las de uma cor que ajude a disfarçar a sujidade.

– Coloque bibelôs, loiças frágeis e objetos pontiagudos fora do alcance.

– Se tiver varanda ou quintal, crie um pequeno refúgio ao ar livre para o seu animal. Se não for o caso, utilize pads higiénicos descartáveis e limpe regularmente.

– Evite tapetes grossos, opte por um material que seja fácil de lavar. Evite também sofás que agarram pelos. Uma solução é revesti-los com uma capa ou coberta.

Portugal é o terceiro país mais pacífico do mundo

O valor médio da tranquilidade global melhorou pela primeira vez em cinco anos, apesar de o mundo continuar a ser menos pacífico do que há uma década.

Segundo o Índice Global da Paz de 2019, elaborado pelo Instituto de Economia e Paz, na liderança do índice dos países mais pacíficos a nível global está a Islândia e a Nova Zelândia. Logo a seguir aparece Portugal, em 3.º lugar, após uma subida de duas posições face ao ano anterior. Entre os países europeus, fica então em segundo lugar, apenas atrás da Islândia.

De acordo com o estudo, Portugal deu passos bastante significativos na tranquilidade, nos últimos cinco anos. No Índice Global da Paz de 2014, Portugal estava em transição para sair da crise financeira nacional e por isso encontrava-se no número dezoito da classificação. Atualmente, o país é citado como um exemplo de ressurgimento económico e progresso da paz, após a crise financeira, voltando ao crescimento económico dos níveis de 2009.

Em quarto lugar no ranking está a Áustria, e em quinto encontra-se a Dinamarca. O Afeganistão é agora o país menos pacífico do mundo, substituindo a Síria, que passou a ser o segundo menos pacífico.

Espaço demasiado pequeno para um jardim? Temos uma grande solução!

Cada vez mais na moda (e ainda bem!), os jardins trazem alegria, vida e cor a qualquer espaço. Mas muita gente ainda acredita ter um espaço demasiado pequeno para ter o seu, por isso hoje ajudamos com uma grande solução: jardins verticais!

– Prateleiras – para os mais tradicionais, as prateleiras são uma excelente opção e encaixam na perfeição em áreas como varandas, marquises ou espaços por cima de móveis. Pode sempre inovar e escolher prateleiras coloridas, intercaladas, ou até fazer as suas próprias prateleiras, com caixas de madeira ou gavetas.

– Sky Planter – jardins pendurados no teto são uma forma cada vez mais curiosa de ter um jardim em casa ou no escritório. Além de serem muito originais, não ocupam quase espaço nenhum.

– Upcycling – é o nome dado ao processo de transformar produtos antigos ou descartáveis em produtos novos. A imaginação aqui é o limite: pode fazer um jardim dentro de botas antigas, pneus, paletes ou até nos compartimentos de uma sapateira.

Arrisque em diferentes composições, em variar nas plantas e não tenha medo de ocupar as paredes.

Construção em Portugal tem a maior subida em cinco meses

Em abril, a produção na construção em Portugal aumentou 3,7% face ao mesmo mês do ano passado, a subida mais acentuada desde novembro do ano passado (3,9%).

Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), o Índice de Produção na Construção acelerou 0,6 pontos percentuais (p.p.), para uma taxa de variação homóloga de 3,7% em abril.

Os dois segmentos considerados foram a construção de edifícios e a engenharia civil, que aceleraram 2,3% e 5,8%, respetivamente.

Apesar desta aceleração do crescimento da produção, o emprego e as remunerações no setor subiram a um ritmo inferior ao de março. No caso do emprego, o crescimento passou de 3,2% em março para 2,9% em abril, enquanto nas remunerações a subida desacelerou de 6,2% para 6%.

Avaliação das casas pelos bancos nunca foi tão alta

Segundo os últimos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), o valor médio da avaliação bancária para efeitos de concessão de crédito à habitação continua a subir em Portugal, tendo atingido em abril um novo recorde de 1256 €/m2.

A nível nacional, a avaliação dos imóveis realizada pelos bancos aumentou 7,3% face ao mesmo período do ano passado, com os crescimentos mais significativos registados no Algarve – 13% – e os menores nos Açores – 0,9%.

Apartamentos valem mais do que moradias

Este crescimento foi mais expressivo no caso dos apartamentos, onde o valor médio aumentou 13 €, alcançando os 1333 €/m2. Já nas moradias, o crescimento foi mais moderado, onde a subida foi de 3 €, para 1131 €/m2.

Os apartamentos T2 e T3 são as tipologias mais solicitadas para créditos à habitação, tendo representado 83,3% de todas as avaliações realizadas pelas instituições financeiras em abril deste ano. Em comparação com o mês anterior, o valor médio da avaliação bancária para apartamentos T2 subiu 17 €, passando para 1354 €/m2, enquanto os apartamentos T3 registaram uma subida de 5 €/m2, chegando aos 1354 €/m2.

Em relação às moradias, as tipologias T3 e T4 são as mais requisitadas para avaliações bancárias com vista à concessão de crédito à habitação. Em abril, e comparativamente com o mês anterior, o valor do metro quadrado atribuído pelos bancos às moradias com três quartos a nível nacional manteve-se nos 1112 €, e nas moradias de quatro quartos registou uma subida de 5 €, para 1153 €/m2.

Na avaliação bancária de imóveis, as regiões que apresentaram valores superiores à média nacional foram o Algarve (39%), Lisboa (28%) e Madeira (14%), a par do Porto e do Alentejo litoral (com 4% em ambos os casos), enquanto as Beiras e a Serra da Estrela apresentaram os valores mais baixos (menos 27%).

Fonte: Expresso

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O nosso serviço de avaliação de imóveis é efetuado por profissionais devidamente certificados, de forma a garantir que o seu imóvel recebe uma avaliação segura, completa e profissional.

Ao avaliar um imóvel, são tido em conta fatores como a zona geográfica, a natureza e tipo de imóvel, o seu estado, a sua área e o estado do mercado. Por isso, na H são usadas metodologias que analisam estes e vários outros fatores.

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Está à espera de quê para poupar? Peça já o seu Certificado Energético!

O certificado energético é um documento que contém a informação do gasto energético da sua casa. A avaliação é feita numa escala entre F, o mínimo, e A+, o máximo.

Após ser efetuado o diagnóstico, o certificado propõe medidas personalizadas para reduzir o consumo energético, como por exemplo, a instalação de janelas mais eficientes ou o reforço do isolamento interior ou exterior.

Além deste certificado ser obrigatório para quem pretende vender uma casa, também é extremamente vantajoso para qualquer pessoa que pretenda saber o consumo do seu imóvel e o que pode fazer para poupar. E a H Imobiliária está aqui para ajudar!

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Clássico, contemporâneo ou os dois?

Sabia que a mistura entre o clássico e o contemporâneo é cada vez mais uma aposta comum? Afinal, sempre se disse que os opostos se atraem.

Enquanto o estilo clássico puxa pela tradição e pelo requinte, com mobiliário trabalhado e espaçoso, paredes com obras de arte mais exuberantes e uma aposta em dourados, o estilo contemporâneo é mais clean, com linhas simples, formas geométricas, mobiliário mais baixo, brancos e pretos e apontamentos coloridos.

E acredite, a união entre estes dois funciona. Ao combinar estes dois estilos, por um ser mais simples e outro com mais informação, é garantido que o seu espaço tem personalidade e que não se tornará cansativo ou monótono. E por aí, quem já apostou nesta combinação?

Preços das casas estão a descer, sobretudo em segunda mão

Nos últimos meses, 70% das habitações que mudaram de valor foi para o reduzirem, sobretudo as em segunda mão.

Uma das razões passa pelos proprietários não estarem a conseguir vender à velocidade e ao preço que pretendiam.

Depois de repetidas subidas de preço em 2018, este ano já começa a revelar-se mais equilibrado, com os preços a estabilizar e a descer.

No ano passado, o mercado do imobiliário bateu recordes, quer em transações, quer em volume de investimento. O mercado do imobiliário comercial registou transações de mais de três mil milhões de euros. Já na área residencial, movimentou globalmente 25 mil milhões de euros em 2018.

Porquê apostar na NÃO exclusividade?

Quer vender a sua casa, mas só de pensar no trabalho, nas dúvidas, nas burocracias, nos contratos, até lhe dá arrepios?

Na H Imobiliária, queremos descomplicar aquilo que você acha complicado.

Para isso, trabalhamos em regime aberto.

Se colocar o seu imóvel em mais do que uma agência imobiliária, consegue várias opiniões sobre o preço a que deve vender, e consegue chegar a mais meios de publicidade e a mais clientes. Além disso, ainda pode promover e vender diretamente o seu imóvel.

Com várias agências a promover a venda da sua casa, também vê os comerciais ainda mais motivados para serem os primeiros.

Como pode ver, na H Imobiliária tem o melhor de nós, sem que tenha de dar tudo de si. Porque a sua satisfação e o seu imóvel vêm em primeiro lugar. Sem contratos de exclusividade, sem bichos-de-sete-cabeças.

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