DIVÓRCIO – Mudar de morada faz perder isenção de mais-valias

Pouca gente sabe, mas uma simples mudança de morada fiscal após o divórcio pode acabar por custar milhares de euros em IRS. Mesmo que continue a pagar o empréstimo da casa, pode perder o direito à isenção de mais-valias no momento da venda. E sim, isto acontece mais vezes do que imagina.

Quando há divórcio, a casa onde o casal viveu juntos costuma ser um dos temas mais delicados. E, por vezes, o que parece uma formalidade — como mudar a morada fiscal nas Finanças — pode ter consequências inesperadas.

A lei portuguesa prevê que, se vender a sua habitação própria e permanente e reinvestir esse valor noutro imóvel com o mesmo fim, pode ficar isento de mais-valias. Mas há uma condição essencial: a morada fiscal tem de coincidir com a casa vendida durante pelo menos 12 meses antes da venda.

Ou seja, não basta continuar a pagar o empréstimo bancário. Se já não tiver a morada registada no imóvel que vai ser vendido, a Autoridade Tributária pode entender que ele deixou de ser a sua residência habitual. E isso basta para lhe retirar o direito à isenção.

Exemplo prático que acontece com frequência:

Um casal divorcia-se. A mãe fica na casa com os filhos, o pai muda-se e altera a sua morada fiscal. Mesmo que continue a pagar metade da prestação, no momento da venda da casa, a sua parte pode ser tributada em mais-valias, porque já não tem a morada associada ao imóvel.

Como evitar este problema?

Se está a passar por um divórcio e ainda não vendeu a casa comum, considere o seguinte:

Não altere a morada fiscal antes da venda, se ainda quiser beneficiar da isenção de mais-valias

– Garanta que o imóvel é a sua residência habitual nos 12 meses anteriores à venda

– Reinvista o valor da venda (descontando o que ainda deve ao banco) numa nova casa com o mesmo objetivo, no prazo de 36 meses

A perda da isenção pode significar um impacto financeiro pesado no meio de um momento já sensível. Por isso, vale a pena pensar bem antes de mudar a morada ou tomar decisões precipitadas.

Em caso de dúvida, o melhor é mesmo procurar aconselhamento fiscal. Uma pequena decisão hoje pode evitar um grande problema amanhã.

UNIÃO DE FACTO – Como comprar casa juntos sem serem casados

Se vive em união de facto e estão a pensar comprar casa juntos, não há qualquer impedimento legal para o fazerem. Mas atenção: há pormenores importantes a ter em conta.

O crédito é conjunto, a responsabilidade também
Mesmo sem estarem casados, podem pedir um crédito habitação juntos. O Banco vai avaliar o vosso perfil financeiro da mesma forma que faria com um casal casado: rendimentos, estabilidade profissional e taxa de esforço. Se o empréstimo for aprovado, a dívida ficará em nome dos dois — por inteiro. Isto significa que, se um não pagar, o outro tem de assegurar o pagamento total.

A casa será de ambos
O imóvel ficará em nome dos dois, normalmente com uma divisão de 50% para cada um. Mas podem ajustar essa percentagem, por exemplo, se um dos dois contribuir mais para a entrada. O importante é que tudo fique bem definido na escritura.

E se a relação acabar?
Ninguém gosta de pensar nisso, mas é essencial prever. Se a relação terminar, têm duas opções: vender o imóvel e dividir o valor (depois de saldada a dívida), ou um dos dois pode ficar com a casa — desde que consiga assumir o empréstimo sozinho e o Banco aceite. Pode ainda haver lugar a compensações, especialmente se a casa tiver valorizado.

Amor e contas a dois
Comprar casa é um passo grande. Por isso, mais do que amor, é preciso ter uma boa conversa sobre finanças, expectativas e futuro. Assim evitam surpresas e tomam uma decisão segura, para os dois.

AROMAS DE VERÃO – Transforme a sua casa com fragrâncias naturais

O verão não é só visual — também se sente no ar. Uma forma simples (e diferente) de trazer a estação para dentro de casa é através dos aromas.

Sabia que certos cheiros ajudam a refrescar o ambiente, melhorar o humor e até reduzir o stress? Nesta estação, opte por fragrâncias leves e naturais, como citrinos, lavanda, hortelã-pimenta ou eucalipto.

Como aplicar?

– Coloque ramos de ervas aromáticas frescas em pequenos jarros de vidro;

– Use óleos essenciais em difusores ou spray caseiro com água;

– Crie saquinhos de tecido com pétalas secas e folhas perfumadas, para colocar em gavetas ou junto à entrada da casa.

Mais do que decoração, é uma forma de criar ambientes com alma, que acompanham a energia do verão — leve, fresca e cheia de boas sensações.

CASAS DE FÉRIAS – Como escolher o destino perfeito

Quando se pensa em casas de férias, o cenário ideal varia de pessoa para pessoa — há quem sonhe com a tranquilidade do campo, quem prefira o encanto das vilas históricas ou quem não abdique de acordar com vista para o mar. Mas afinal, como escolher o destino perfeito?

Tudo começa por perceber o que realmente valoriza. Gosta de praia e de passeios à beira-mar? Locais como a Figueira da Foz ou outras zonas costeiras são ideais. Prefere um ambiente mais sossegado, rodeado de natureza? O interior do país pode surpreendê-lo com aldeias acolhedoras, vistas incríveis e preços mais acessíveis.

Também é importante pensar na acessibilidade. Vai deslocar-se com frequência à sua casa de férias? Prefere algo próximo ou está à procura de um verdadeiro refúgio longe da rotina?

Outro ponto essencial é decidir se a casa servirá apenas para lazer ou também como investimento, com potencial de rentabilização em épocas altas através de arrendamento temporário.

Por fim, nunca subestime a importância de visitar a zona e conversar com quem conhece bem o mercado local — como uma agência imobiliária experiente, que o possa aconselhar com base nas suas preferências e objetivos.

Escolher o destino certo é meio caminho andado para transformar uma simples casa de férias num lugar especial, onde cria memórias para a vida.

CASA INTELIGENTE – 5 gadgets que vão facilitar o seu dia a dia

A tecnologia chegou às nossas casas para ficar e a verdade é que já não conseguimos viver sem ela. Uma casa inteligente não é apenas moderna, é prática, segura e até mais eficiente. Se está a pensar dar um upgrade ao seu lar, conheça 5 gadgets que fazem realmente a diferença no dia a dia.

1. Assistente virtual (como Alexa ou Google Nest)
Controle as luzes, a música, os lembretes e até os eletrodomésticos com um simples comando de voz. É como ter uma ajudante pessoal sempre pronta.

2. Lâmpadas inteligentes
Diga adeus aos interruptores — agora pode ligar, desligar ou ajustar a intensidade da luz através do telemóvel. Além de cómodas, ajudam a poupar energia.

3. Fechaduras digitais
Abra a porta com um código, app ou até impressão digital. Nunca mais perde as chaves e pode até autorizar o acesso a familiares ou serviços de entrega.

4. Robôs aspiradores
A limpeza diária já não precisa de ser uma preocupação. Estes pequenos ajudantes mantêm o chão limpo, mesmo quando não está em casa.

5. Tomadas inteligentes
Com estas tomadas pode controlar remotamente qualquer equipamento ligado a elas. Perfeitas para desligar aquele ferro de engomar esquecido ou programar o aquecedor.

A tecnologia não substitui o conforto de um lar, mas pode torná-lo ainda mais acolhedor e funcional.

Já começou a tornar a sua casa mais inteligente? Se ainda está à procura do imóvel ideal para isso, fale connosco — na H Imobiliária ajudamos a encontrar a casa certa para o estilo de vida que procura.

DECORAÇÃO – Minimalismo ou maximalismo? Descubra qual estilo combina consigo

Quando se trata de decorar a nossa casa, o estilo de decoração escolhido pode refletir muito sobre a nossa personalidade e preferências. Hoje em dia, duas das abordagens mais populares são o minimalismo e o maximalismo. Ambos têm características marcantes, mas são muito diferentes, por isso, é importante compreender qual deles se alinha melhor com o seu gosto e estilo de vida.

Minimalismo: Menos é mais

O minimalismo tem como base o conceito de simplicidade e funcionalidade. A ideia é criar ambientes clean e descomplicados, com o mínimo de objetos e decoração possível, mas sem perder a sensação de conforto. As linhas são simples, as cores neutras (como branco, cinza e tons suaves) e os móveis tendem a ser elegantes e sem grandes detalhes. Se procura um espaço mais calmo, organizado e onde a tranquilidade prevalece, o minimalismo pode ser a escolha ideal para si.

Vantagens do minimalismo:

  • Ambientes mais organizados e tranquilos.
  • Foco na funcionalidade e praticidade.
  • A estética clean pode aumentar a sensação de espaço, especialmente em casas menores.

Maximalismo: Mais é mais

Por outro lado, o maximalismo adota a ideia de “mais é mais”. Este estilo aposta na mistura de cores vibrantes, padrões ousados, texturas variadas e um número maior de objetos e peças de decoração. Se o seu espírito é criativo, extrovertido e gosta de ambientes que expressem personalidade, o maximalismo é uma forma excelente de personalizar o seu espaço. O contraste e a sobrecarga visual são marcas registadas desse estilo, criando ambientes ricos em detalhes e sempre cheios de surpresas.

Vantagens do maximalismo:

  • Ambientes acolhedores e estimulantes.
  • Maior liberdade para expressar a sua personalidade através da decoração.
  • Estilo ideal para quem gosta de colecionar peças ou tem um gosto por itens vintage, arte e objetos únicos.

 

Qual estilo combina mais consigo?

Se está a considerar qual estilo adotar na sua casa, a chave está no que procura em termos de ambiente. Se preferir um espaço mais sereno e minimalista, onde cada elemento tenha um propósito claro, o minimalismo pode ser o mais indicado. Já se aprecia mais a diversidade de cores, texturas e a expressão de uma personalidade vibrante, o maximalismo vai encaixar-se melhor no seu estilo de vida.

Além disso, é possível combinar elementos dos dois estilos, criando um equilíbrio entre o que é essencial e o que é divertido. Por exemplo, pode optar por uma base neutra (minimalista) e adicionar detalhes coloridos ou texturizados (maximalistas) que tragam personalidade ao espaço.

No final, o mais importante é que o seu lar seja um reflexo de quem é. Seja minimalista, maximalista ou algo entre os dois, o que importa é que se sinta confortável e inspirado no espaço que cria para si.

ESPAÇO EXTERIOR – Como renovar a sua varanda, terraço ou jardim nesta primavera

A primavera traz dias mais longos, temperaturas mais amenas e a vontade de passar mais tempo ao ar livre. É a altura ideal para dar uma nova vida ao seu espaço exterior, seja uma pequena varanda, um terraço ou um jardim. Com algumas mudanças simples, pode criar um ambiente convidativo e funcional para desfrutar da estação ao máximo.

Aposte no conforto com mobiliário adequado

Escolha cadeiras, sofás ou espreguiçadeiras confortáveis, de preferência com almofadas resistentes às mudanças do tempo. Se o espaço for pequeno, opte por móveis dobráveis ou modulares, que podem ser arrumados facilmente quando não estiverem a ser usados.

Crie um refúgio verde com plantas e flores

Nada melhor do que a natureza para trazer frescura e cor ao seu espaço. Plantas como lavanda, alecrim ou hortelã são fáceis de manter e ainda perfumam o ambiente. Se não tem muito tempo para cuidar do jardim, escolha espécies de baixa manutenção, como suculentas ou oliveiras.

Iluminação para um ambiente acolhedor

Luzes suaves transformam qualquer espaço ao ar livre num cenário encantador. Aposte em lanternas solares, candeeiros de pé ou fitas de luz LED para dar um toque especial às suas noites de primavera.

Aproveite melhor o espaço com soluções inteligentes

Se tem uma varanda pequena, maximize o espaço com bancos que tenham arrumação integrada ou mesas dobráveis. Já num terraço ou jardim maior, pode criar diferentes zonas – uma para refeições, outra para descanso e até um pequeno canto para leitura.

Pequenos detalhes fazem a diferença

Tapetes de exterior, mantas para as noites mais frescas e acessórios decorativos ajudam a tornar o ambiente mais acolhedor e personalizado. Escolha cores e materiais que combinem com o seu estilo e com a envolvência da casa.

Renovar o seu espaço exterior nesta primavera não exige grandes obras nem investimentos avultados. Pequenas mudanças podem fazer toda a diferença e transformar o seu terraço, varanda ou jardim num refúgio perfeito para aproveitar os dias de sol.

YIELD – O que é e como se calcula?

Quando se fala em investimento imobiliário, um dos indicadores mais importantes a ter em conta é o Yield. Este termo, muito usado no setor, permite avaliar o retorno de um imóvel e perceber se a compra será rentável. Mas afinal, o que significa Yield e como se calcula?

O que é o Yield imobiliário?

O Yield representa a rentabilidade anual de um imóvel em relação ao seu custo de aquisição. Em termos simples, é a percentagem que indica o quão lucrativo pode ser um imóvel em termos de arrendamento. Este cálculo ajuda investidores e proprietários a tomarem decisões informadas sobre a compra e exploração de imóveis.

Como calcular o Yield?

Existem duas formas principais de calcular o Yield:

– Yield Bruto

O Yield Bruto é o cálculo mais simples e serve para ter uma primeira ideia da rentabilidade do imóvel, sem considerar despesas adicionais.

📌 A fórmula é:

Yield Bruto (%) = (Renda Anual / Preço de Compra) x 100

Exemplo:

Se comprar um apartamento por 200 000 € e arrendar por 900 € por mês, a renda anual será de 10 800 €.

✅ Yield Bruto = (10 800 € / 200 000 €) x 100 = 5,4%

– Yield Líquido

O Yield Líquido é mais realista, pois inclui as despesas associadas ao imóvel, como impostos, condomínio, manutenção e seguros.

📌 A fórmula é:

Yield Líquido (%) = [(Renda Anual – Despesas) / Preço de Compra] x 100

Exemplo:

Se além do preço do imóvel tiver despesas anuais de 2000 € (IMI, condomínio e manutenção), o cálculo será:

✅ Yield Líquido = [(10 800 € – 2000 €) / 200 000 €] x 100 = 4,4%

O que é um bom Yield?

O valor ideal do Yield pode variar consoante a localização e o tipo de imóvel, mas, em geral:

Abaixo de 4% – Rentabilidade baixa, pode não compensar

Entre 4% e 6% – Rentabilidade aceitável

Acima de 6% – Bom investimento, especialmente em áreas com grande procura

Antes de comprar, analise bem os números e considere não só o valor do arrendamento, mas também todas as despesas envolvidas. Um Yield alto pode indicar um investimento rentável, mas a estabilidade do mercado e a procura na zona são igualmente importantes.

Se está a pensar investir, faça os cálculos e tome decisões informadas para garantir uma boa rentabilidade!

MANUTENÇÃO – Cuidados essenciais para manter a casa sempre valorizada

Comprar uma casa é um grande investimento, mas mantê-la valorizada ao longo dos anos exige atenção e alguns cuidados essenciais. Pequenos problemas ignorados podem transformar-se em grandes dores de cabeça e desvalorizar o imóvel. Para evitar isso, reunimos algumas dicas que ajudam a preservar o seu valor e até aumentá-lo.

Faça uma revisão periódica da estrutura

A pintura descascada, fissuras nas paredes ou problemas de humidade são sinais de alerta. Além do impacto visual, podem indicar problemas mais graves, como infiltrações ou desgaste estrutural. Investir em pequenas reparações a tempo evita custos elevados no futuro.

Manutenção das redes elétrica e canalizações

Tomadas que não funcionam, torneiras a pingar ou problemas no escoamento da água são incómodos que podem desvalorizar um imóvel. Verifique regularmente a instalação elétrica e as canalizações para garantir que tudo funciona corretamente e evitar surpresas desagradáveis.

Cuide das janelas e isolamento térmico

Janelas antigas ou com vedação deficiente aumentam o consumo de energia e tornam a casa menos eficiente. Optar por um bom isolamento térmico e substituir caixilharias antigas por opções mais modernas ajuda a manter o conforto e valoriza o imóvel.

Atualize a decoração sem grandes custos

Renovar o aspeto da casa pode ser mais simples do que parece. Uma nova pintura, troca de puxadores nos móveis ou a substituição de cortinas e tapetes pode fazer toda a diferença. Pequenos detalhes conferem um ar moderno e cuidado ao espaço.

Aposte na eficiência energética

A instalação de painéis solares, lâmpadas LED ou eletrodomésticos eficientes são investimentos que trazem poupança a longo prazo e tornam a casa mais apelativa para futuros compradores. O certificado energético é um fator cada vez mais valorizado no mercado imobiliário.

Não descuide o exterior

Se a casa tem jardim ou varandas, manter o espaço limpo e bem arranjado faz toda a diferença. Plantas cuidadas, um pavimento bem tratado e uma iluminação agradável tornam qualquer espaço mais convidativo e valorizam o imóvel.

Pequenas ações ao longo do tempo evitam grandes gastos no futuro e garantem que a sua casa se mantém sempre atrativa e valorizada. Se pretende vender ou simplesmente investir no seu conforto, manter a manutenção em dia é essencial.

BUROCRACIA – Como preparar a papelada para comprar ou vender casa

Se está a pensar comprar ou vender casa, prepare-se para alguma papelada! O processo imobiliário envolve vários documentos essenciais e garantir que tudo está em ordem pode poupar-lhe dores de cabeça no futuro. Para que nada falhe, vamos simplificar e explicar o que precisa de ter à mão.

Para quem vende: a organização é a chave!

Se vai vender um imóvel, reúna estes documentos antecipadamente para evitar atrasos:

Certidão do Registo Predial – É como o “BI” do imóvel e indica quem é o legítimo proprietário, além de revelar se há hipotecas ou outros encargos.
Caderneta Predial – Documento emitido pelas Finanças que identifica o imóvel e apresenta o seu valor patrimonial tributário.
Licença de Utilização – Essencial para confirmar que o imóvel pode ser habitado ou usado para o fim a que se destina. Sem ela, a escritura não avança!
Ficha Técnica da Habitação – Se o imóvel foi construído depois de 2004, este documento é obrigatório e contém as características técnicas da casa.
Dossier de Manutenção (se aplicável) – No caso dos apartamentos, pode ser necessário apresentar este documento sobre a manutenção do edifício.

Para quem compra: prepare-se para o grande passo

Se encontrou a casa ideal, está na hora de tratar da documentação necessária para fechar o negócio:

Contrato de Promessa de Compra e Venda (CPCV) – Um acordo entre o comprador e o vendedor que estabelece as condições do negócio e evita surpresas desagradáveis.
Comprovativo do pagamento do IMT e Imposto de Selo – Antes da escritura, tem de liquidar estes impostos nas Finanças. O valor depende do preço do imóvel e da sua localização.
Identificação pessoal – Não se esqueça do Cartão de Cidadão ou outro documento válido, pois será necessário na escritura.

Comprar ou vender casa não precisa de ser um quebra-cabeças, mas é essencial garantir que toda a documentação está correta e atualizada. Para evitar erros ou complicações de última hora, o melhor é contar com profissionais experientes no setor imobiliário.

Está a pensar dar este grande passo? Fale connosco e ajudamos em todo o processo! 📩🏡